terça-feira, 6 de abril de 2010

Porta-moedas

Já, por várias vezes, amigos me contaram que já lhes tinha acontecido encontrarem dinheiro em casacos que já não usavam há algum tempo, normalmente notas de 5 ou 10 "aerios". Quando isso lhes acontece, ficam tão contentes como se de notas de 100 "aerios" se tratasse.

Sempre que esta situação me é descrita, penso: "Sou lá menino de me esquecer de uma nota de 5/10€ no bolso de uma qualquer indumentária!". Então eu, que ando sempre com os trocos contaditos até ao último cêntimo na carteira...

Pois é, mas por vezes o inesperado acontece...

No outro dia, desencantei um blazer, que já não usava há alguns meses, do fundo do roupeiro para utilizar num jantar e apercebi-me que, num dos bolsos, tinha um porta-moedas do qual nem me lembrava da sua existência. Quando me apercebi do objecto esquecido o entusiasmo nem sequer foi muito grande, pois usava-o apenas para guardar moedas.

Assim, abrindo o porta moedas consegui descobrir a fantástica e maravilhosa quantia de ... 0,57€, isso mesmo, 57 cêntimos!! Foi a LOUCURA!!! Com esta quantia consegui pagar um cafézinho e ainda poupar alguns cêntimos...

Vidinha triste a minha...

quarta-feira, 24 de março de 2010

KILL ME

Um dia gostava de fazer uma loucura deste género...

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Livros para Timor Leste

Todos os dias recebemos vários e-mails, muitos deles do dito spam e há ainda uma boa parte com os "pedidos de ajuda". Sou desconfiado por natureza e, nos dias de hoje, cada vez mais.

Assim, há dias quando recebi um mail a solicitar o envio de livros (ficção, romance, infantis, etc.) para o povo timorense, para os ajudar a perceber um pouco melhor o português, a minha reacção foi desconfiar logo (aparentemente sem qualquer razão, mas não consigo evitar).

Nesse mail vinha o nome de uma pessoa - Joana Santos - que era a pessoa que estava a solicitar os livros. Então, e viva o facebook!!, procurei esta pessoa e consegui contactá-la. A Joana está em Timor desde Outubro e vai ficar lá até ao final deste ano. O pedido dela é verídico e com o único intuito de ajudar os timorenses.

Fui ao sotão procurar os meus livros antigos, aqueles que não leio desde a adolescência, e foi bastante agradável. Cada livro tem a sua história e traz-nos recordações da altura em que o comprámos, quem nos ofereceu, porque comprámos, o que nos fez sentir...

Em 5 minutos consegui escolher uns 7/8 livros que poderiam satisfazer um potencial leitor em Timor Leste e fui directo aos correios. Não foi difícil e no fim fiquei satisfeito comigo mesmo, que é uma sensação óptima!

Poderão fazer a mesma coisa. Transcrevo um excerto do mail:

"Basta dirigirem-se aos correios (CTT) e mandarem uma encomenda tarifa económica para Timor (insistam porque nem todos os funcionários conhecem este tarifário!) e mandam a coisa por 2,49 €.

Claro que a encomenda não pode exceder os 2 quilos para poder ser enviada por este preço.

Devem enviar as encomendas em meu nome (Joana Alves dos Santos) para:

Embaixada de Portugal em Díli
Av. Presidente Nicolau Lobato
Edifício ACAIT
Díli - TIMOR LESTE

E O QUE MANDAR?

Mandem por favor livros de ficção, romances, novela, ensaio, livros infantis etc, etc.
Evitem gramáticas e manuais escolares.
Dicionários, mesmo que um pouquinho desatualizados são bem vindos.
Este critério é meu e explico porquê.
Alguns timorenses (estudantes e não só) são um bocado fixados em aprender gramática mas ainda não têm os skills básicos de comunicação.
Parece-me melhor ideia que possam ler outras coisas, deixar-se apaixonar um bocadinho pelas histórias mesmo que não entendam as palavras todas, do que andarem feitos tolinhos a marrar manuais e gramáticas.
O caso dos dicionários é outro.
Um aluno, por exemplo, usa um dicionário português-inglês para tentar adivinhar o significado das palavras.
Como o inglês dele tb não é grande charuto imaginam como é a coisa."


Vasculhem os vossos livros antigos e dêem-os a pessoas que precisem deles. Não custa (quase) nada!!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Earth Meditation



No sábado participei num evento denominado "Our Sacred Earth Meditation", neste sitio.
Como o nome indica, foi uma meditação focalizada no planeta Terra, em homenagem às vitimas do terramoto no Haiti.

Esta meditação foi bastante interessante e fez-me tomar consciência de algo que (vergonhosamente) nunca tive. Realmente o planeta azul é a nossa casa e, como engenheiro do ambiente, tenho noção dos impactes negativos que nós, Homens, causamos nesta casa que nos recebe. Contudo, até esta meditação, não me lembro de alguma vez ter agradecido a este planeta o facto de me ter recebido e de me proporcionar tão belas imagens/paisagens.

Penso que, por vezes, falta ao ser humano humildade e consciência própria para perceber que somos apenas moradores, por um curto espaço de tempo, nesta casa e que lhe devemos agradecer a estadia, tal e qual como fazemos quando vamos passar uma temporada a casa de uma tia ou amigo. Para além disso, é uma casa para moradores futuros (próximas gerações), e como tal, devemos cuidar a mantê-la "limpa" para os próximos.

Se cada um de nós fizer a sua parte e tomar consciência do seu lugar neste planeta certamente vamos conseguir ter um melhor lugar onde viver.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Decor

Há alguns meses atrás, com a saida da minha irmã cá de casa, transformei o quarto dela num escritório. Um espaço que se tornou só meu e que aos poucos fui tentando decorar.

No Verão decidi comprar umas molduras simples e baratas e mais uma latinha de tinta preta. O objectivo? pintar as molduras e colocá-las na parede do escritório. Isto foi no Verão, mas só há 3 fins-de-semana atrás é que realmente pintei as molturas.

Depois faltava pendurá-las. Isso... isso só foi feito hoje e porque já estava com vergonha de adiar mais um dia o simples acto de pregar uns pregos na parede.

O resultado foi de meu agrado! No fim acho que a parede ficou com outro ar, mais pessoal, mais giro, agradável.



Fotografias nas molduras? Pois... isso só lá para depois do Natal, diria mesmo para depois do ano novo (ao menos sou realista, ok?!)

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Ciclovia

Adoro descobrir pequenas pérolas e ver o estado do nosso país. Somos e sempre seremos aquele canto da Europa que quer viver da imagem e do parecer bem.

Parecemos aquelas “tias de Cascais” que não têm onde cair mortas, mas usam a sua imitação de vison e tratam toda a gente por você.

Mas não é às “tias” que quero dar tempo de antena… mas a certas e determinadas obras de Lisboa que nos fazem pensar… é mesmo necessário complicar algo que pode até ser bastante simples?

Aqui.

domingo, 23 de agosto de 2009

Clean-up project

No outro dia enviaram-me este video por e-mail...

Fez-me pensar... Será que um dia conseguiremos fazer isto em Portugal?